Intriga em Myth Drannor

Tramóia em Vale de Elfindar

Em Vale de Elfindar, os bravos elfos receberam um aviso para encontrar Sacerdote Tarim na biblioteca templo de Selune.

Tendo o seu caminho fechado por uma carroça quebrada, eles seguiram por um beco estreito, onde sofreram uma emboscada, por um grupo de três elfos fortemente armados se fazendo passar por foliões e um humano portando uma bela (e aparentemente mágica) adaga encrustada em jóias.

Quando os mercenários foram derrotados. Nadriel Cedrovar decidiu tomar a adaga para si. Uma testemunha (suspeita) fugiu para avisar aos guardas, escapando de uma saraivada de feitiços de Mywynn Lorellan.

Os guardas chegaram, e imediatamente levaram os personagens para averiguação no quartel da Guarda da Cidade. Algo estava obviamente errado, eles estavam sendo tratados como suspeitos de um crime grave! Pediram que eles entregassem duas armas, o que Lariel Galbromar fez sob protesto. Nadriel Cedrovar entregou a adaga que havia subtraído do atacante humano.

Na sala do chefe da guarda, Lontaron Garel, onde os personagens foram levados, uma testemunha, Terionel, o Faxineiro foi trazida, e reconheceu os personagens como os assassinos do Sacerdote Tarim, usando a adaga encrustada de jóias que estava com Nadriel Cedrovar (detalhadamente descrita)!

O nobre grupo tentou justificar a sua inocência, mas ainda assim eles foram interrogados por Lontaron Garel, conjunta e separadamente. Eles tiveram chance de mandar cartas para o Resgate da Primavera, para a Família Lorellan e para o Templo de Selune, e permaneceram em celas nobres por três dias, até que foram libertos por Mouril Cedrovar.

Mouril conseguiu uma carta de custódia com o líder de sua casa, Lefon Cedrovar, em troca da colocação do Resgate da Primavera sob o controle oficial da casa. E é claro, no empenho de sua honra como nobre, e na casa Cedrovar.

Os personagens decidiram fugir da mansão Cedrovar em Vale de Elfindar, de comum acordo com Mouril, deixando Tariel Galbromar para trás como um fugitivo que não conseguiu. Eles seguiram para as ruínas de Keth Drannor, onde quem sabe conseguiriam o necessário para montar a Arruda Sagrada.

Quando eles chegaram nas ruínas, encontraram um grupo de kobolds se aglomerando ao redor de uma grande fogueira. As criaturas reptilóides estavam realizando uma execução de um dos deles, enquanto um kobold com roupas sacerdotais dizia, em dracônico ‘Que isso siga de aviso para todos! Não sigam as palavras do Infante! Apenas o Grande Verde tem poder!’.

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Invadindo Keth Drannor

Após a execução, os personagens viram Terionel, o Faxineiro entre os kobolds que se dispersavam, sendo acompanhado por um sacerdote kobold. Os kobolds eram numerosos, e a aproximação seria muito difícil. Enquanto decidiam o que fazer, os personagens foram surpreendidos por uma voz em élfico. A voz era de Silifar, um elfo Vingador de Corellon.

Esse taciturno elfo disse estar tentando remover a invasão do templo de Selune por ordens do seu superior, seguindo as indicações do vidente da ordem, e que encontrou os personagens por conicidência ao circular a cidade. A visão falava sobre uma clériga de Selune que ele deveria acompanhar. Os membros da trupe, ressabiados com as traições e armadilhas ocorridas em seu passado, ficaram desconfiados. Somente após Nadriel Cedrovar ter orado e recebido uma visão, eles confiaram o suficiente para permitir segui-los.

Mais surpresas vieram da floresta. Um grupo de fadinhas encontrou os elfos, e alegremente deram as suas boas-vindas, e com muito barulho. Após tentativas de fazê-las fazer silêncio, elas mencionaram que tinham um caminho que permitia entrar na cidade, que estava agora cheia de kobolds.

Com a animada e barulhenta orientação das fadinhas, eles conseguiram de alguma forma entrar furtivamente pela cidade sem serem percebidos, com o dragão de Lariel Galbromar ajudando a coloca-los em ordem, e chegarem em um templo em ruínas, com uma entrada para uma catacumba, guardado por um pequeno destacamento de kobolds.

Após uma batalha, eles conseguiram entrar nas catacumbas do sem chamar a atenção de nenhum kobold, mesmo que o dragonete tivesse de espantar as fadinhas que restavam para evitar uma cantoria de comemoração.

Juntos, elfos e eladrins seguiram para dentro das catacumbas.

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As Respostas de Keth Drannor

Os personagens entraram pelas catacumbas abaixo do templo, enfrentaram os vigias kobolds que protegiam as salas mais externas das catacumbas, e passaram pelos testes da sala dos enigmas, enquanto eram alvejados por kobolds lança-potes. Faltava apenas a sala mais interna, onde o mistério da Arruda Sagrada deveria estar!

A sala interna havia desabado, e tinha sido escavada novamente. Escoras de madeira seguravam precariamente o teto escavado na terra, e orbes luminosas providenciavam alguma iluminação. Uma parede da sala, que continha um mural e que tinha sido completamente estilhaçada, estava passando por cuidadosa resonstrução. Um buraco no solo e um pequeno buraco de ventilação ao fundo da sala eram as únicas outras saídas. E na sala estava Terionel, o Faxineiro, portando uma rapieira, e vários kobolds, prontos para defender a sala da Arruda. O faxineiro fez uma mesura e se apresentou como Maralios, o Magnífico, antes de se juntar ao combate.

Novamente, os personagens prevaleceram. Porém, ao cair inconsciente do último golpe dos personagens, as feições de Terionel, o Faxineiro se dissolveram, e a sua verdadeira natureza se apresentou. Ele era um doppleganger, um transmorfo! Em sua posse, eles encontraram: a sua rapieira mágica, uma sacola de armazenamento, um cinto mágico, e a Carta de Maralios. Na mesa com os componentes, eles encontraram uma versão finalizada da Arruda Sagrada, e os livros que Mywynn Lorellan havia pesquisado na cidade de Vale de Elfindar. Parece que Terionel, o Faxineiro estava atrás da mesma informação!

Na sala dos enigmas, barulhos de morte ecoavam, enquanto kobolds tentavam atravessar as armadilhas mortais. Os personagens haviam sido descobertos! Depois de alguma deliberação, os personagens seguiram pelo túnel de ventilação, que os levou a um outro prédio em ruínas. Silifar foi o primeiro a sair, e ouviu as hordas de kobolds prontas para vigar seus irmãos, e viu algo estranho: vindo de cima da camada de núvens, uma criatura alada maior que um cavalo estava caindo, sua asa esquerda quebrada, e com o que parecia ser um arreio. A criatura estava lutando ferozmente para reduzir a sua velocidade quando sumiu em uma montanha à alguma distância. Vários kobolds seguiram na direção do ponto de queda.

Já na ruína, os personagens acordaram Maralios, o Magnífico e o convenceram que ele os ajudassem a sair da cidade em ruínas em troca de sua vida. Não haviam caminhos seguros, e eles tiveram de matar vários kobolds que acidentalmente os encontraram, mas os personagens conseguiram sair da cidade sem atrair a atenção das turbas kobolds. Maralios, o Magnífico, no entanto, conseguiu aproveitar a distração dos personagens ao despachar um pequeno grupo de kobolds guardiões e se esgueirou para longe dos personagens.

Faltava agora aos aventureiros seguirem para a Montanha do Arco para realizarem o ritual com a Arruda Sagrada e poderem adentrar no Castelo Valuar. Eles seguiram em passo apressado por dentro da floresta na direção da montanha, e chegaram exaustos ao sopé da montanha, onde decidiram descansar. Silifar e Lariel Galbromar descobriram uma caverna abandonada com uma fonte de água quente, e todos dormiram/meditaram, e recuperaram as suas forças. Quando eles estavam prontos para seguir, já era noite, com as estrelas iluminando tudo.

Ao chegar quase no topo da montanha, Silifar ouviu algo estranho mais adiante, guinchos e barulhos de luta, e correu na direção, sendo acompanhado prontamente pelos outros elfos. Eles chegaram em um caminho estreito, com costas para um paredão e frente para um despenhadeiro, e viram um Wyvern ferido e alucinado de dor sendo atacado por quatro hárpias envoltas por marcas de chama azul, marcadas pela praga dos feitiços. O Wyvern tinha em suas costas um arreio, e nele um corpo de uma pessoa, amarrado aos estribos, com uma armadura de Netheril. O corpo do passageiro estava com o pescoço dobrado em um ângulo improvável, ele havia se quebrado na queda (ou talvez antes). O animal estava mortalmente ferido e confuso pelos atques das hárpias, e estava lenta e inadvertidamente recuando para o despenhadeiro. A sua asa esqueda flácida indicava que ele provavelmente cairia para a morte. Os personagens lutaram contra as háspias e abateram o Wyvern antes que ele caísse, e investigaram o wyvern e o seu passageiro.

O lado esquerdo do wyvern tinha sido estraçalhado por imensas garras, que não eram semelhantes ao ataques de chamas das hárpias, o golpe inultilizou também a asa da criatura. O rabo do wyvern possuía algumas doses do seu potente veneno, que foi guardado por Lariel Galbromar. O passageiro era uma mulher, uma shadovar envolta por sombras mesmo após a sua morte, e seus olhos eram vermelhos. Sua armadura era mágica, mas protegida por armadilhas místicas identificadas por Mywynn Lorellan. Sua espada também era mágica, com uma mágica ainda não identificada. Em sua algibeira, estavam uma quantidade de dinheiro netherense, e um tubo de pergaminhos, protegido por proteções e armadilhas místicas potentes, com o selo de um dos feiticeiros arquimagos de Netheril.

Mais trás, os personagens ouviram o barulho de kobolds rapidamente subindo a montanha…

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